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15 dezembro 2011

Orgulho

Eu quando li seu reversos...
Diversos desacatos...
Desabafos que deram um nó

Eu quando li sua prosa
Ironia maldosa
Me vesti de assassino sem dó

E destilei, aos poucos, meus montes
Me vinguei
Desarmei
E descansei em paz

Você quando leu os efeitos
Entrou em desespero
Remendou seus conceitos também

O gosto do arrependimento
Ensinou-te um preceito:
“Não machuque a quem te quer bem”

Mas não adianta o suplício
O orgulho está ferido
Vamos nos poupar!

Já perdoei suas multas!
E não há mais desculpas
Pra você se aproximar!
Fingir que quer um ombro meu!

Pedrosill
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