Ciúmes

2/12/2009

É algo que vem lá de dentro
E ninguém pode perceber
A não ser aquele mesmo ser que sente
É difícil de controlar
Descontrole é a maior missão
Uma dor só de pensar em descobrir
Que tudo foi em vão

E o mundo enorme encolhe
A mente fértil cresce
E esquece tudo que já se viveu
E um louco espuma
Chora e te impõe a culpa
De um crime que não cometeu

E eu não me sinto o mesmo
Daquelas noites passadas
Mal dormidas
Porém muito bem aproveitadas
Eu não te vejo no lugar
Que penso que deveria estar
Até que leve um certo tempo
Pra eu para de imaginar

Enquanto isso o mundo enorme encolhe
A mente fértil cresce
E esquece tudo que já se viveu
E um louco espuma
Chora e te impõe a culpa
De um crime que não cometeu

Seriam teus raros sinais?
Ou momentos breves de carícias?
Ou as variadas fantasias?
(Que não falas)
Com medo de apavorar...
Seria meu jeito inseguro?
Por não ver o outro lado do muro...
Que faz minha cabeça girar
E pensar que posso ser usado
Somente pro tempo passar

E enquanto isso o mundo enorme encolhe
A mente fértil cresce
E esquece tudo que já se viveu
E um louco espuma
Chora e te impõe a culpa
De um crime que não cometeu

E o louco enfrenta a dura luta
Quase sempre muda
Tentando acreditar que nada aconteceu

1 comentários

  1. Raphael Melanias7 de maio de 2009 08:12

    Dentre todas as virtudes deste meu amigo....não sabia dessa surpresa poética!!!!
    Parabénsss Pedoooooooooo!!!
    Vou metrificá-los visse????
    ehauhuaehuae
    Abraçusssssssss

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